quinta-feira, 21 de julho de 2011

A partida

A partida

Primeiro de agosto de 1999. Dezenove horas e trinta e cinco minutos. Vejo a pior cena da minha vida. Uma bicicleta destroçada, um monte de ferro retorcido juntamente com restos de borrachas que anteriormente podiam ser chamados de pneus. Mal sabia eu que naquele momento teria a notícia mais trágica de minha vida, onde até hoje não me recuperei. É uma dor tremenda, como se tivesse rasgado meu peito, retirado todos os meus órgãos. 

Quase doze anos de saudades, mas ainda permanece o vazio.

Aser aya hoja qwer maná.
  

Um comentário:

  1. Mas a vida segue... e para trás fica o passado, e no coração a lembrança fraterna dos momentos felizes...
    Ainda bem que o relógio não para.

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